O Liberalismo é Pecado

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O Liberalismo é Pecado

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O Liberalismo é pecado; quer se considere na ordem das doutrinas, quer na ordem dos fatos. Na ordem das doutrinas é pecado grave contra a fé, porque as suas doutrinas são heréticas. Na ordem dos fatos é pecado contra os diversos mandamentos da lei de Deus e da sua Igreja, porque a todos viola. Mais claro: na ordem das doutrinas o Liberalismo é a heresia universal e radical, por-que as compreende todas; na ordem dos fatos é a infração radical e universal, porque a todas autoriza e sanciona”.

Esta obra do Padre Félix Sardá y Salvany teve sua primeira edição em 1884, na Espanha. Suscitou muitas controvérsias, e foram até publicados numerosos livros e artigos contrários à obra. Entretanto, logo de início, “O Liberalismo é Pecado” teve a aprovação de pelo menos sete bispos de diferentes países de língua espanhola.

Houve em seguida traduções para os principais idiomas europeus, sendo que praticamente todas as versões foram elaboradas pelos Padres da Companhia de Jesus.

Finalmente o livro recebeu a aprovação oficial da Sagrada Congregação do Índice, em 1887. O próprio Papa Leão XIII quis pessoalmente formar um juízo do livro, e o leu em sua versão italiana, tendo formado dele um conceito muito favorável.

 

Sumário:

 

I. Existe hoje algo que se chama liberalismo?

II. Que é o liberalismo?

III. Se é pecado o liberalismo, e que pecado é

IV. Da especial gravidade do pecado do liberalismo

V. Dos diferentes graus que pode haver e há dentro da unidade específica do liberalismo

VI. Do chamado liberalismo católico ou catolicismo liberal

VII. Em que consiste, principalmente, a razão intrínseca do chamado liberalismo católico

VIII. Sombra e penumbra, ou razão extrínseca desta mesma seita católico-liberal

IX. Outra distinção importante. Isto é, do liberalismo prático e do liberalismo especulativo ou doutrinal

X. O liberalismo de todo o matiz e caráter tem sido formalmente condenado pela Igreja?

XI. Da última e mais solene condenação do liberalismo pelo Syllabus

XII. De algo que, parecendo liberalismo, não o é; e de algo que o é, não o parecendo

XIII. Notas e comentários à doutrina exposta no capítulo anterior

XIV. Se em vista do que vai dito é ou não lícito ao bom católico aceitar em bom sentido a palavra "liberalismo" e em bom sentido gloriar-se de ser liberal

XV. Um observação simplicíssima que acaba de pôr a questão em seu verdadeiro ponto de vista

XVI. Haverá hoje erro de boa-fé em matéria de liberalismo?

XVII. Vários modos por que, sem ser liberal, um católico pode não obstante tornar-se cúmplice do liberalismo

XVIII. Sinais ou sintomas mais comuns por onde se pode conhecer se um livro, periódico ou pessoa estão atacados ou somente se ressentem do liberalismo

XIX. Regras principais da prudência cristã que deve observar o bom católico em seu trato com os liberais

XX. Necessidade de precaver-se contra as leituras liberais

XXI. Da sã intrasigência católica em oposição à falsa caridade liberal

XXII. Da caridade no que se chamam as formas da polêmica, e se a este respeito têm razão os liberais contra os apologístas católicos

XXIII. Se é conveniente ao combater o erro combater e desautorizar a personalidade que o sustenta e o propala

XXIV. Resolve-se uma objeção, à primeira vista grave, contra a doutrina dos dois capítulos precedentes

XXV. Confirma-se o que ultimamente dissemos com um mui conciencioso artigo da Civiltà Católica

XXVI. Continua a famosa e contundente citação da Civiltà Católica

XXVII. Termina a tão oportuna quão decisiva citação da Civiltà Católica

XXVIII. Se há ou pode haver na Igreja ministros de Deus atacados do horrível contágio do liberalismo

XXIX. Que conduta deve observar o bom católico com tais ministros de Deus contaminados de liberalismo?

XXX. Que deve pensar-se das relações que o Papa mantêm com os governos e personagens liberais

XXXI. Dos caminhos por onde com mais frequência vem um católico cair

XXXII. Causas permanentes do liberalismo na sociedade atual

XXXIII. Quais os remédios mais eficazes e oportunos a que imcumbe aplicar aos povos dominados pelo liberalismo

XXXIV. Sinal claríssimo por onde se conhecerá facilmente o que procede  de espírito puramente católico, e o que procede de espírito simplesmente afetado, ou radicalmente liberal

XXXV. Quais são os periódicos bons e quais os maus, e o que se há de julgar do bem que porventura faça um periódico mau, e ao contrário do mal em que pode incorrer um periódico bom

XXXVI. Se algumas vezes é recomendável a união entre católicos e liberais para um fim comum e em que condições

XXXVII. Se é ou não indispensável em cada caso particular recorrer ao veredicto concreto da Igreja e de seus pastores para saber se um escritor ou pessoa devem repudiar-se e combater-se como liberais

XXXVIII. E que dizer da horrível seita do Laicismo que desde há pouco, no dizer de alguns, causa tão graves estragos no nosso país?

XXXIX. Se é mais conveniente defender em abstrato as doutrinas católicas contra o liberalismo, ou defendê-las por meio de uma agrupação ou partido que as personifique

XL. Se é exagero não reconhecer como partido perfeitamente católico senão um partido radicalmente anti-liberal

XLI. Dá-se de passagem uma explicação muito clara e simples de um lema, por muitos mal compreendido, da Revista Popular

XLII. Uma observação muito prática e muito digna de tomar-se em conta sobre o caráter aparentemente distinto que oferece o liberalismo em distintos países e em diferentes períodos históricos de um mesmo país

XLIII. O que há sobre a "tese" e a "hipótese" na questão do liberalismo, de que tanto se tem falado nestes últimos tempos?

 

Autor

Pe. Félix Sardá y Salvany

Edição

 

Páginas

 

Editora

Santa Cruz

Formato

 

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